Realiza-se em Aveiro, nos próximos dias 13 e 14 de Março o 11º Fórum Internacional de Ulceras e Feridas. A Associação Amigos da Grande Idade marcará presença e aproveita este evento para assinar o protocolo com a ELCOS, Sociedade Portuguesa de Feridas.
Anunciaremos também o início do projecto “STOP ÀS ULCERAS E FERIDAS EM LARES DE IDOSOS” que distinguirá todas as estruturas que aderirem a este programa.
Consulte:
https://www.sociedadeferidas.pt/
A Associação Amigos da Grande Idade anuncia, com honra, a assinatura de protocolo com a ELCOS. Sociedade Portuguesa de Feridas. Trata-se de uma entidade especializada nas feridas e ulceras de pressão em pessoas idosas.
Este Protocolo vai ser assinado formalmente durante a realização do 11º Fórum Internacional de Ulceras e Feridas que se realiza em Aveiro a 13 e 14 de Março no Centro Cultural e de Congressos.
Este protocolo dará de imediato origem a um importante projecto nacional que iremos designar por “STOP às Feridas e Ulceras em Lares de Idosos”.
O Projecto envolve Formação específica nesta área, disponível para técnicos e colaboradores de lares de Idosos e ainda cuidadores informais e terá a intervenção dos inúmeros técnicos especializados em feridas e ulceras da ELCOS.
Será também editado Guia para o combate a feridas e ulceras e lançada uma creditação para lares e outros serviços que não tenham ou combatam com rigor e competência esta situação em Pessoas idosas.
A Associação reune com deputado José Soeiro (BE) iniciando as audiências com os grupos parlamentares
No decurso do processo de maus tratos a pessoas idosas que a Associação pretende desenvolver a Associação Amigos da Grande Idade reuniu com o deputado José Soeiro, coordenador do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda e elemento da Comissão do Trabalho e Segurança Social.
Esta reunião teve como causa o processo de maus tratos a Pessoas Idosas institucionalizadas que tiveram como ponto de partia a situação de Valpaços com os pais do nosso colaborador Jorge Araújo. Estes acontecimentos largamente divulgados pela comunicação social, levantaram finalmente o véu, muito transparente daquilo que passa com as pessoas idosas institucionalizadas. Finalmente chegaram ao publico imagens impossíveis de negar e que violam todas as consciências e impõem forte acção por parte de todos nós.
Tratar mal pessoas idosas é já um procedimento que não admira a sociedade que, em geral, condena esses acontecimentos mas raramente os denúncia ou actua sobre eles. Também as entidades mantêm uma venda nos olhos sobre estas situações, por demais conhecidas e que são assunto diário de conversas e de intervenções em congressos, seminários e outras reuniões científicas.
O Deputado José Soeiro mostrou-se seriamente preocupado com a situação e comunicou a sua determinação em não deixar que este caso de Valpaços e esta situação em geral caia no esquecimento, levando-a mesmo a discussão à Assembleia da Republica.
A Associação e o seu colaborador, líder deste processo, Jorge Araújo, fica grata a este compromisso e tudo vai fazer para poder apresentar dados e fornecer informação que possa servir de reflexão aos mais elevados decisores do País mas que acima de tudo imponha acções profundas nesta área das Pessoas idosas e do envelhecimento institucionalizado
Acreditamos que este possa ser um primeiro passo e abra as portas a uma discussão de homens e mulheres livres, destituídos de qualquer interesse privado ou corporativo,
As Pessoas idosas do nosso País que se encontram institucionalizadas em instituições e/ou institucionalizadas nos seus domicílios por incapacidade e dependência, merecem o empenho de todos nós. Este é um assunto de interesse público e nacional e nenhum de nós deve ser alheio a estas situações.
A Associação apresentou ao Deputado José Soeiro um pequeno caderno de encargos para discussão: os maus tratos em geral na Institucionalização e a falta de formação profissional especifica nesta área; as insuficiências da fiscalização, orientação e acompanhamento por parte da segurança social e de outras entidades reguladoras; a legislação ultrapassada e deprimente que se mantem sem alterações há dezenas de anos; o modelo de comparticipação existente e o drama pantanoso e escondido dos lares ilegais.